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Comentário - A Saga Crepúsculo

O texto desta postagem está destacado abaixo porque antes do GNR ser o Games and Reading, era o blog pessoal do escritor e jornalista Gunnar Santos. Ele criou o blog em 2.013 quando ainda estava no Ensino Médio, publicando textos críticos que hoje podem não refletir mais sua opinião tendo em vista que a maioria deles foi escrita quando Gunnar tinha 17 anos.

As postagens destacadas, como essa, são apenas os de caráter crítico e político escritos naquele momento e, portanto, não representam qualquer posicionamento, opinião ou pensamento tanto do GNR como do próprio Gunnar. Decidimos mantê-los aqui porque sempre fez parte do blog e, indiretamente, da história do GNR.

Em contrapartida, as antigas publicações literárias não fazem parte dessa classe e não carregam esse aviso.

Leio e ouço inúmeros comentários sobre a Saga Crepúsculo, principalmente de machistas que não se rendem a uma história de amor. Segundo eles, o best-seller é algo inútil e sem graça, onde dois seres apaixonados perdem seu tempo ao tentar desafiar o impossível e viverem felizes.

Confesso que já fui assim. Quando apenas o primeiro livro da série fora lançado, entrava no mundo dessas pessoas que, sem ter conhecimento algum do que se trata, dão opiniões ignorantes e sem a menor noção do que se trata. Um amigo meu levou "Crepúsculo" para ler na escola em tempos vagos. Vendo-o a ler demasiadamente concentrado, ignorando o mundo que o cercava, me impressionei. Nunca vi alguém ler com tamanha concentração que o barulho fervoroso de uma sala vaga não afligia.

Ele parou de ler e fechou o livro. Provavelmente terminara um capítulo. Então, humildemente, pedi para ler, pelo menos para entender o enredo. Fui lendo e toda aquela concentração que meu amigo possuía passou para mim. Nada me incomodava. O mundo poderia desabar ao meu redor que eu não perceberia. Gostei da história e, até hoje, a acompanho. Deixei de ser um daqueles garotos ignorantes e sem conhecimento. Li o livro e me admirei muito.

Muitos colegas e amigos meus ainda têm esta opinião machista: "uma história de amor jamais passa pela cabeça de um homem; romance é a praia das mulheres". Nem me incomodo em falar com eles a respeito disso. O que acontece é que eu sou um homem romântico e troco qualquer momento por um com a pessoa amada. Tenho prazer em fazer uma pessoa feliz e retribuir todo aquele amor que ela me dá. Amor, carinho, dedicação, fidelidade, humildade, consideração e valorização são características de seres românticos, dentre os quais me caracterizo.

Por ser um homem romântico, qualquer história de amor me conquista. Foi assim com a Saga Crepúsculo e com todos os outros de amor que já li. As obras que escrevo sempre têm alguma dose de romance. Aprendi isto, ser romântico, com meus pais, que mesmo após quase duas décadas de casados, se parecem namorados de três meses. Cresci neste ambiente de amor, carinho e delicadeza, e o reproduzo em meu cotidiano.

Logo, aceito recomendações de qualquer livro ou história romântica, porque, realmente, é algo que admiro muito.

Gunnar Santos.

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