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Coreia do Sul volta atrás e diz que não há sinal de novo teste nuclear no Norte

O texto da postagem está destacado abaixo porque este blog foi criado em 2.012, quando Gunnar Santos tinha apenas 16 anos. Ele publicava aqui conteúdo de Política devido a sua vontade em seguir o Jornalismo Político.

Os textos que contêm tal destaque, como este, são apenas os de caráter crítico e político escritos naquele momento e, portanto, não representam qualquer posicionamento, opinião ou pensamento tanto da GNR como do próprio Gunnar. A decisão de mantê-los aqui se deu pelo fato de que faz parte da história do conteúdo produzido por ele. No entanto, para evitar interpretações equivocadas, se fez necessária a adição desta nota.

Em contrapartida, as antigas publicações literárias não fazem parte dessa classe e não carregam esse aviso.

- Grupo GNR.

"Há atividades, mas parecem ser atividades de rotina nas instalações de Punggye-ri, onde acontecem este tipo de teste", afirmou o porta-voz do ministério da Defesa, Kim Min-Seok.


No último domingo, 07/04, o ministro da Unificação da Coreia do Sul, Ryoo Kihl-jae, afirmou que havia movimentações da parte do Norte que pareciam ser atividades nucleares, que foram feitas já três vezes. Porém no dia seguinte, 08/04, o ministério da Defesa afirmou através de um porta-voz de que as tais movimentações não passam de práticas comuns do vizinho.

Teoricamente as duas Coreias estão em guerra desde a década de 50, pois houve apenas um armistício (cessamento de conflitos armados) em 1.953, mas não um Tratado de Paz. A Coreia do Norte, cujo regime é o Comunismo, desenvolveu três testes nucleares em toda a sua história: Em 2.006, 2.009 e o último em 12 de fevereiro de 2.013, obrigando a ONU exigir o cessamento dos testes. Após essa sanção, os Estados Unidos sobrevoaram o território sul-coreano com quem tem aliança utilizando aviões militares, o que provocou revolta no Norte.

O comunista posicionou as tropas na fronteira com a Coreia do Sul e ameaçou os Estados Unidos, que se cometer qualquer atitude precipitada, dará ordem de fogo ao sul, às bases militares americanas na Coreia do Sul, no Pacífico e no próprio território continental americano.

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