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Corintianos na Bolívia

O texto da postagem está destacado abaixo porque este blog foi criado em 2.012, quando Gunnar Santos tinha apenas 16 anos. Ele publicava aqui conteúdo de Política devido a sua vontade em seguir o Jornalismo Político.

Os textos que contêm tal destaque, como este, são apenas os de caráter crítico e político escritos naquele momento e, portanto, não representam qualquer posicionamento, opinião ou pensamento tanto da GNR como do próprio Gunnar. A decisão de mantê-los aqui se deu pelo fato de que faz parte da história do conteúdo produzido por ele. No entanto, para evitar interpretações equivocadas, se fez necessária a adição desta nota.

Em contrapartida, as antigas publicações literárias não fazem parte dessa classe e não carregam esse aviso.

- Grupo GNR.

Os 12 corintianos esperaram durante 2 horas no estádio para realizar o procedimento. A reconstituição do crime foi adiada para o próximo dia 17.

Os torcedores saíram da prisão, foram ao Ministério Público e de lá foram guiados ao estádio, onde aguardaram por duas horas os responsáveis por dar procedência à reconstituição. Então receberam a notícia do adiamento.

Claro que houveram manifestações por parte dos torcedores, mas o advogado brasileiro que atua com os corintianos em Oruro aprovou o adiamento alegando que outros procedimentos deveriam acontecer antes da reconstituição do crime. Bem, isso não cabe à minha discussão.

O fato é que estão fazendo pouco caso dos corintianos. No próximo dia 20 completará um mês do acidente. Um menor aqui no Brasil confessou o crime culposo (quando não há intenção de matar), ou seja, assumiu ter efetuado o disparo.

A Bolívia quer este menor no país para o mesmo responder de acordo com as leis locais para liberar os 12 corintianos em troca. Há uma certa razão por parte da Bolívia, porém devia ser agilizado humanamente este processo. Acredito que seja caso de presidentes dos países se encontrarem para uma resolução comum, e não intermediários (ministros), pois o fato já se tornou mundial.

Além do mais, se futuramente for descoberto que esse menor não foi o autor do disparo, a Bolívia ainda teria os outros presos. Porém são doze! O autor do disparo foi um! Claro que não vão liberar nem a metade dos doze (e nem deveriam. Quanto a isso estão certos). O que deve ser feito é uma agilização nesse processo logo e isso ocorrerá quando os líderes dos dois países se encontrarem. Do ponto de vista humano, se realmente for comprovado que o autor do disparo foi um dos doze que lá se encontram, terão feito 11 pessoas "de reféns". Por isso o processo deve ser agilizado, a nível republicano.

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