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Discriminação gera Discriminação

O texto da postagem está destacado abaixo porque este blog foi criado em 2.012, quando Gunnar Santos tinha apenas 16 anos. Ele publicava aqui conteúdo de Política devido a sua vontade em seguir o Jornalismo Político.

Os textos que contêm tal destaque, como este, são apenas os de caráter crítico e político escritos naquele momento e, portanto, não representam qualquer posicionamento, opinião ou pensamento tanto da GNR como do próprio Gunnar. A decisão de mantê-los aqui se deu pelo fato de que faz parte da história do conteúdo produzido por ele. No entanto, para evitar interpretações equivocadas, se fez necessária a adição desta nota.

Em contrapartida, as antigas publicações literárias não fazem parte dessa classe e não carregam esse aviso.

- Grupo GNR.

Cota nas universidades: está correto conceder benefícios mediante a raça, pobreza ou para alunos de escolas públicas?

Discriminação e inclusão social são fatores que o governo trabalha. Além dos demais, os citados são procedidos através de projetos, artigos autoavaliativos e aplicação de divulgação de ambos. Os artigos podemos visualizar em serviços públicos, enquanto os projetos, indiretamente, a população vivencia.

Dentre esses projetos, há o de cotas beneficiárias nas universidades, mediante a raça, alunos de escolas públicas e pessoas de renda familiar inferior a dois salários mínimos. Se a intenção do governo é espelhar a inclusão, não é bem elaborada tendo em vista que se há inclusão de uns, há exclusão de outros. Trata-se de uma discriminação disfarçada, agora com brancos e com estudantes particulares. Um estudante público não poderia ter promoção pelo fato de que um ensino público de qualidade impecável não passa de obrigação do governo.

Se outro indivíduo não tem os benefícios de um afro-descendente e de um estudante público, sofre discriminação e é excluído socialmente. O governo alega ser uma forma de beneficiar quem muito foi prejudicado anteriormente.

Assim agindo, os superiores são incoerentes em suas aplicações nas áreas citadas e ao invés de espelhar ou refletir inclusão, promovem exclusão social contra brancos e estudantes particulares. Devem melhorar a qualidade do ensino público e não contornarem a situação para não investir. E tratar a todos com igualdade, independente de raça, pois é justamente o que pregam.

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