Pesquisar

Minha discordância a respeito das religiões afro

O texto da postagem está destacado abaixo porque este blog foi criado em 2.012, quando Gunnar Santos tinha apenas 16 anos. Ele publicava aqui conteúdo de Política devido a sua vontade em seguir o Jornalismo Político.

Os textos que contêm tal destaque, como este, são apenas os de caráter crítico e político escritos naquele momento e, portanto, não representam qualquer posicionamento, opinião ou pensamento tanto da GNR como do próprio Gunnar. A decisão de mantê-los aqui se deu pelo fato de que faz parte da história do conteúdo produzido por ele. No entanto, para evitar interpretações equivocadas, se fez necessária a adição desta nota.

Em contrapartida, as antigas publicações literárias não fazem parte dessa classe e não carregam esse aviso.

- Grupo GNR.

Podem fazer cultos às respectivas religiões. Porém tais práticas acabam sendo inconstitucionais e acabam denegrindo a imagem do caráter dos descendentes africanos.

Isso é inconstitucional.
Não quero falar sobre o fundamento das religiões afro, e nem me atento a qual é a mais predominante no Brasil. O que quero ressaltar nesta publicação é a prática que pode afetar visualmente os outros cidadãos.

Entre outras práticas exercidas pelos adeptos a essas religiões, inclui-se as macumbas. Sou extremamente leigo à tais práticas, mas acredito que no ritual da macumba há a ação de preparo de certos ingredientes e a mistura de todos eles. Até aí tudo bem, mas o problema está em: usar tal mecanismo em ruas e calçadas.

É aí que friso. Novamente digo que não sou contra a religião. Tenho a minha, mas respeito totalmente as outras, tanto que até passei o feriado de Corpus Christi com um grupo católico, onde pude ver de perto os rituais em uma missa na Praça da Sé (veja o artigo clicando aqui). Agindo dessa forma, os macumbeiros acabam sujando a cidade. Tudo bem que para eles a macumba não é uma sujeira, porém independente a isso, é algo inconstitucional.

Temos uma Constituição que proíbe ações que venham a sujar (sinto, mas não há outra palavra) calcadas e ruas. Essa Constituição deve ser respeitada. Além disso, as religiões exaltam indivíduos africanos destacando sua boa conduta e o bom nível espiritual, e infringir uma Constituição eu tenho certeza que não faz parte da conduta de qualquer afro-descendente, macumbeiro ou não.

Se eu ver alguma macumba em calçada, é claro que vou respeitar. O respeito ao próximo faz parte de mim, e me orgulho disso. Porém acho aquela prática errada e que deveriam ser todas realizadas dentro de terreiros. Assim todas as atitudes estariam nos locais reservados com respeito ao próximo e à opinião dele.

Se alguém tem uma visão mais ampla ou conhecimento maior sobre as religiões afro, por favor comentem! Sou leigo na essência de tais religiões e o mínimo de conhecimento, o qual expresso nesta postagem.

Nenhum comentário :

Postar um comentário