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O homossexualismo segundo a Rede Globo

O texto da postagem está destacado abaixo porque este blog foi criado em 2.012, quando Gunnar Santos tinha apenas 16 anos. Ele publicava aqui conteúdo de Política devido a sua vontade em seguir o Jornalismo Político.

Os textos que contêm tal destaque, como este, são apenas os de caráter crítico e político escritos naquele momento e, portanto, não representam qualquer posicionamento, opinião ou pensamento tanto da GNR como do próprio Gunnar. A decisão de mantê-los aqui se deu pelo fato de que faz parte da história do conteúdo produzido por ele. No entanto, para evitar interpretações equivocadas, se fez necessária a adição desta nota.

Em contrapartida, as antigas publicações literárias não fazem parte dessa classe e não carregam esse aviso.

- Grupo GNR.

Homossexuais estão sofrendo preconceito e bullying todos os dias e a Rede Globo, esconde essa realidade.

Em primeiro lugar, este não é um post com ideal "embalista" de afirmação de que a Rede Globo é manipuladora dos fatos. Sou completamente contrário a essa definição dada à emissora e já até fiz outra postagem falando sobre isso (veja: Rede Globo manipuladora? Você sabe a definição geral de "manipulação" antes de afirmar isso?).

Mas vamos refletir por um segundo o tema do Século XXI e que está tomando conta, podemos dizer, de todas as novelas das 21h da Rede Globo: o homossexualismo. Será que os gays são exatamente aquilo que vemos nas telas?

Os personagens gays mais significantes da Globo são os da novela das 21h por ser horário nobre. Então vamos analisar a situação de alguns deles. Vamos perceber que os homossexuais padrão Globo são pessoas de destaque e, portanto, contrariam a realidade dos homossexuais na atualidade.


Orlandinho (Iran Malfitano) - A Favorita
No começo da novela era gay. No final terminou com Deborah Secco. Não entendi bem o propósito da Globo ao fazer um personagem gay se tornar hétero se envolvendo com uma gostosa. Teria mais lógica se o Orlandinho se tornasse hétero após se envolver com uma personagem sem nenhum atrativo sexual e de beleza comum, onde seu íntimo revelaria atrativo à mulher, e não seu tesão por curvas femininas. Mas reparem na mansão que o Orlandinho morava. Além disso, não sofria preconceito e não sofria bullying de ninguém. Existem gays assim, certamente, mas não são a maioria. A maior parte sofre da sociedade.


Catarina (Lília Cabral) - A Favorita
Amava, mas sofria do marido, apanhava, era traída... Por último, seu marido a traiu com Stella (Paula Burlamaqui). Ela se revela ser lésbica e Catarina se torna também. A impressão que deu ao público foi que Catarina viu em Stella a oportunidade de se vingar do marido, já que este tinha forte interesse em Stella. Não justifica, pois um vendeiro analfabeto sempre amou catarina, a Globo deixou de ressaltar o humanismo existente no vendeiro analfabeto e pobre para isto fazer com Stella. Forte rejeição do público.


Rubinho e Marcelo (Fernando Eiras e Thiago Pichi) - Páginas da Vida
São um casal de longa data. Fim. Nada de conflitos, homofobia e derivados. Novamente o que não acontece com os gays atualmente.


Rodrigo e Tiago (Carlos Casagrande e Sérgio Abreu) - Paraíso Tropical
A mesma coisa dos anteriores. Estes são casados e trabalham juntos. A falta de conflitos tornou os personagens inúteis.


Félix (Mateus Solano) - Amor à Vida
Um gay que é administrador de um hospital privado e conceituado! E o compromisso com a sociedade, como fica?! Novamente ressalto, existem gays com essa posição profissional, mas a maioria deles sofrem devido a sua orientação sexual. Félix é rico, estabilizado. A homossexualidade é só um detalhe que a Globo faz questão de colocar em todas as novelas.

A novela que retratou mais ou menos a realidade dos homossexuais foi Insensato Coração, porém apenas com conflitos regulares e seis (seis!) personagens gays, o que desviou o foco do preconceito e focou-se apenas em expressar a densidade de homossexuais.

Se a Globo quer representar a realidade homossexual através da arte (sim, novela é arte), que faça um personagem gay (um personagem, e não um casal) que do começo ao fim da novela sofra de preconceito e lute por seus direitos. Que esse personagem lidere manifestos e apanhe do começo ao fim também porque isso acontece hoje mesmo com as leis claras. No final, ele vence a luta por seus direitos e pronto. Isso é a realidade.

Particularmente, eu não concordo com as atitudes e práticas dos homossexuais, mas também os respeito e repudio ações de preconceito. Também não concordo com beijos gays no meio da rua, porque mesmo que seja "permitido" por lei, ainda não é uma coisa normal e eles sabem disso. A rua é um lugar público, onde passeamos com nossos filhos inocentes, que perguntam porque dois homens estão fazendo aquilo. Para as crianças é muito estranho e para os pais, constrangedor. Nesse sentido, falta bom senso aos gays.

Dados: Revista Quem.

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