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Football Club Paris Maloyer - O Nascimento [Universo GNR]


O Football Club Paris Maloyer (ou apenas Maloyer) é um time fictício de futebol criado por mim, Gunnar Santos, no ano de 2.006. Dez anos após sua criação, o time vem à tona através do meu canal no YouTube (yt.com/gunnarsantos), disputando na Temporada 2016-2017 a Supercopa da França, a Ligue 1, a Copa da França e a grandiosa Liga dos Campeões.



As partidas do Maloyer são disputadas tradicionalmente na franquia Pro Evolution Soccer, atualmente em sua versão 2017 mas que é a casa do clube desde a versão 04 (2004).

HISTÓRIA DO MALOYER DE ACORDO COM O UNIVERSO GNR 

O NASCIMENTO

Os pais de Weslley Santos o levaram para Paris quando ele tinha apenas 2 anos de idade. Viviam uma vida miserável em São Paulo e tiveram a oportunidade de emigrar legalmente para a Europa e assim o fizeram. A situação da família Santos não mudou. Os pais de Weslley não tinham estudo e isso fez muita diferença. Eles foram levando a situação da forma como era possível, vivendo um dia de cada vez.

Independente de qualquer coisa que acontecia, a paixão pelo futebol não foi perdida por conta de um ambiente triste e complicado. O surgimento do Maloy é mais um exemplo da transformação que o esporte pode proporcionar na vida das pessoas. Weslley havia feito alguns amigos com os quais sempre jogava futebol em um campo de várzea localizado na região periférica de Paris.

No início do mês de agosto, o esporte cumpriria sua missão e começaria a história de superação daquela família. Weslley estava jogando bola no campinho de sempre quando um carro parou na calçada. O motorista estava perdido e havia encostado para tentar fazer uma ligação. 
No banco de trás do carro, um garotinho olhava pelo vidro aqueles meninos com mais ou menos sua idade jogando futebol. Era Jean Bröux. O futebol tem uma magia inexplicável: atrai muita atenção. Não importa se o campo é de gramado sintético com a mais alta tecnologia ou apenas barro batido como era o caso daqueles garotos.

Após alguns minutos, o carro deu partida e foi embora. No dia seguinte, lá estava o veículo novamente. Jean pedira ao seu pai que o levasse de volta àquele campinho para que pudesse jogar bola como aqueles garotos felizes. O pai de Jean era um homem muitíssimo ocupado, CEO de uma grande empresa e, como deve se imaginar, pendurado no telefone praticamente o dia inteiro. Mas com uma característica nobre: família vinha sempre em primeiro lugar.

Aquele cidadão precisava apenas de um celular e alguns papéis e canetas para trabalhar, o que o possibilitava justamente levar seu filho e esposa ao parque durante a semana sem perder resultados. Foi assim naquele dia (só que não foram a um parque, somente a um campinho sujo). Uma empregada da família ficou responsável por supervisionar o menino Jean enquanto o pai fazia ligações de dentro do carro.

Então o destino fez o seu papel. Weslley recebeu a bola de seu goleiro e driblou todos os três adversários em uma arrancada incrível. Fez um drible da vaca no goleiro e tocou para o gol. O homem dos negócios viu tudo isso, mas não parava de falar ao telefone.

De novo: Weslley recebe a bola, corta para o lado e chuta de longe. Gol.

De novo: o time de Weslley fez uma troca de passes incrível para crianças de 10 anos, no melhor estilo carrossel holandês. Nesse momento, o homem passou a prestar mais atenção no que estava logo à sua frente.

Incríveis jogadas surgiram naquele campinho, sempre no time do nosso Weslley. O executivo saiu do carro e foi até a beira do campo, incrédulo quanto à capacidade futebolística dos garotos. Quando a brincadeira terminou, ele foi em direção aos mirins e expressou imensa admiração pela técnica e entrosamento que tinham.

Descobriu que os mesmos garotos jogavam sempre no mesmo time havia meses, e nenhum queria jogar do outro lado. Aquele entrosamento surgiu de maneira completamente natural e eles estavam adorando aquilo tudo. Depois de várias conversas, aquele homem fez sua maior contribuição do dia: se propôs a definir um nome, criar uniformes e levar aqueles mesmos três amigos para jogarem um campeonato de futebol de rua, que sua empresa patrocinava como ação beneficente. 
Aquele homem era Lucas Bröux, CEO da Broux Sports, a maior rede de artigos esportivos de Paris e região. Ele foi o primeiro investidor do que hoje conhecemos como Football Club Maloyer.

Continua...

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