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Afinal, eu produzo que tipo de conteúdo?


Iaê, amada garotada!

Essa postagem inicia o recomeço aqui do meu blog, depois de praticamente dois anos sem postagens (sendo o último o período em que mais tive visualizações aqui, vai entender). Eu pretendo realizar postagens aos domingos. Domingo tem cara de família, churrasco, casa da sogra, ou seja, intimidade. É o dia perfeito para o conteúdo que pretendo trazer aqui, além dos vídeos de sábado lá no meu canal, como você já sabe. Caso esteja chegando agora e não conheça meu canal, clique aqui e me ajude com +1 inscrição.

Muito bem. Por ser a primeira postagem, decidi fazer algo mais casual, ou seja, escrever sobre mim e meu conteúdo. Eu sei que venho postando sobre esse assunto sempre, e peço até desculpas por isso. Mas acontece que eu venho me remodelando frequentemente, quase que a cada seis meses. Não sei se isso é algo bom ou ruim, prefiro pensar que seja bom. E eu amo esse pequeno público que consegui aqui no GNR, faço questão de atualizá-los a respeito do que se passa comigo.

Olha, muita coisa acontece em um ano. Conforme vou amadurecendo, vou tendo mais certeza que existe um número infinito de possibilidades de qualquer coisa mudar entre os doze meses. Há um ano eu estava com um projeto novo, Eu e Meu Controle. Teve que ser adiado (e não cancelado) porque eu tenho uma capacidade incrível de não calcular como realizar um projeto. Quer dizer, eu sei quais práticas devem ser realizadas, mas não consigo me alertar no início de tudo de que não dá pra eu executar todas as funções.

No Eu e Meu Controle, eu tinha uma ideia de realizar histórias através de jogos personalizáveis. As antigas postagens explicam bem isso, porém consiste em pegar alguns jogos que permitem customização e criar uma história em cima dele. Eu realmente não acho isso impossível, mas no momento é sim. Não tenho pessoal, não tenho grana e não tenho moral pra convencer colegas a colaborarem. Isso teve que ser adiado.

Eu tentando encaixar meus planos na minha realidade.
E eu faço isso sempre, em todas as ideias. É um grande problema. E todas essas palavras foram para justificar a vocês o motivo de eu mudar tanto de conteúdo. Uma hora eu tenho um canal, outra hora um blog, outra um livro... No momento tenho as três coisas, se parar pra pensar, mas eu quero finalmente dar um fim nisso.

Turma, eu estou tratando este blog daqui pra frente como um documento. Sim, documento. Todas as coisas que eu falar aqui, tomarei como um incentivo. Por exemplo: se eu disser que no natal de 2.033 irei pular de paraquédas sem paraquédas, assim será. Ok, sem exemplos toscos, agora falando de forma mais direta: se eu disser pra vocês aqui neste blog que parei de fazer vídeos de Minecraft e agora só farei de culinária, eu realmente irei cumprir isso.

Nunca foi desse jeito. A cada dois meses eu aparecia com uma postagem de "puts, não sei o que fazer e estou dando uma pausa" ou algo do tipo. Mas agora é diferente, e essa postagem oficializa isso. E eu quero aproveitá-la para dizer para vocês qual é o projeto que estou levando e que irei levar até outra postagem pôr um fim.

Finalmente a pergunta de um milhão de dólares: Que tipo de conteúdo eu produzo?

Em um ano e meio, se nada der errado, estarei me formando em Jornalismo. No início deste 2.017 eu finalmente assumi para mim mesmo que não desejo trabalhar como jornalista eternamente. Não quero ser o futuro William Bonner como meus parentes as vezes se referem e trabalhar como jornalista até se aposentar. Eu quero produzir conteúdo.

Eu já faço isso de forma amadora, mas minha meta é profissionalizar. Trabalharei como jornalista de games na IGN, eu espero, ou TecMundo, CanalTech... Eu realmente amo falar sobre esses assuntos, e receber pra isso seria uma grande conquista desbloqueada. Mas eu quero produzir histórias. E o que isso tem a vez com meu conteúdo?

Atualmente, querido leitor, eu estou fazendo vídeos de Minecraft, e se você leu até aqui eu sei que não vai parar. O que Minecraft tem a ver com esses dois parágrafos acima? Explico: o Mine é o único jogo que me dá total capacidade de criar. É bem simples. E eu não estou falando de criar casinhas. Leu bem essa parte?

Leia de novo: eu não estou falando de criar casinhas. Peraí, deixa eu colocar em negrito:

Eu não estou falando de criar casinhas. Em caixa alta e sublinhado fica melhor:

EU NÃO ESTOU FALANDO DE CRIAR CASINHAS.

Um quadro:

Eu não estou falando de criar casinhas.

Isso ficou bem claro? Meus vídeos não são somente sobre construir algo e fim de papo. Não estou condenando quem faz isso, apenas digo que meu intuito não é esse. Eu quero produzir histórias através do Minecraft, e também através desse jogo, tocar as pessoas. Transformar tudo isso em arte, assim como os games o são. Minha referência nesse sentido é o mais polêmico de todos: Pedro Rezende. Sim, ele come amoeba, sim a voz dele às vezes irrita, sim as histórias são muito infantis (o que não vejo problema algum), mas ele toca as pessoas. É só você olhar os comentários dos vídeos que encontrará crianças e até adolescentes que estão passando por um momento difícil na vida (separação dos pais, rejeição, doença etc) e encontram naqueles vídeos, alegria. Paz. Rezende ajuda a ONG Viver, em Londrina, e a criançada gosta. Ficam alegres quando ele as visita.

E as histórias que não só ele, mas muitos outros YouTubers criam, são responsáveis por um sorriso de uma criança antes de ir dormir. Quem acompanha o YouTube sabe que o que eu digo é verdade. E é isso o que eu quero fazer. Criar e tocar, e como reação, ser tocado. Acredito imensamente nisso, e irei me dedicar a realizar isso, e é esse tipo de coisa que você verá no meu canal.

Pois bem, chegamos ao canal. Nesse começo de ano, você realmente me verá construindo casinha. Estou produzindo uma série chamada O Progresso, em que preciso criar as mais evoluídas máquinas para ir ao espaço, então há muito dessa coisa de construir outras coisas. Pois bem, isso mudará no final da série.

"O Progresso" me torna diferente de todos os outros YouTubers. Porque ela será a base de todo o conteúdo que eu produzir no meu canal. O laboratório onde se passa a série, será a base de onde o personagem sairá para realizar aventuras, correr, pular, e salvar o mundo no final. Outros amigos também se juntarão a ele na Corporação, e serão responsáveis por realizar tarefas diferentes, possibilitando aventuras diferentes.

E aí, haverá se criado um universo para todas essas histórias. E cada uma delas fará o seu papel. No momento, escolhi não apenas construir um laboratório, mas dar um objetivo a ele. Se você passar trinta minutos no conteúdo de Minecraft no YouTube, verá muito do mesmo: construção de mapas, ou seja, o produtor de conteúdo criando seu mapa no jogo, com as casinhas mais belas, automáticas, enfeitadas, para no fim não serem utilizadas pra nada. Tudo o que eu estou utilizando na minha série, será utilizado em histórias que chegarão aos que querem ouvir e se divertir, e é por isso que ela me torna diferente dos outros.

Essa postagem vai virar um vídeo, com certeza. Mas não agora. Lá na frente, daqui a 3 ou 4 meses, a série chegará ao fim e outras virão para comprovarem as minhas palavras. E aí sim, meu conteúdo começará a ganhar a forma que eu estabeleci. Foi realmente necessário eu escrever essas palavras, e preciso da sua ajuda para divulgar essa ideia e chegar mais próximos aos objetivos que deixei claro aqui hoje. E respondendo à pergunta de um milhão de dólares: eu produzo conteúdo de entretenimento. E será assim durante muito, muito tempo.

Fique à vontade para comentar aqui embaixo.

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